Ela viu por entre as luas
um novo céu
domingo, 30 de agosto de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
entre

o meu primeiro amor é o invisível diz:
cami gostaste das horas passdas que ja não voltam mais? digo beberias, bebes a vontade do que a professora fala? o nova?
luanita diz:
to lendo uma poeta muito foda! a sylvia plath
Cami diz:
Como uma luz que ilumina o escuro, ela surgiu para nos deixar tontos de tanto pensarmos. És que ela não há de saber toda a verdade, mas sua luz crítica estimulará nosso senso crítico.
luanita diz:
que legal
o meu primeiro amor é o invisível diz:
quem disse isso?
Cami diz:
(Tô zoando no tópico do enearte, naquela parte de fico, pego, mato.. haha)
Cami diz:
Eu né?
Cami diz:
Tô te respondendo de forma poética. :$
o meu primeiro amor é o invisível diz:
ah é?
luanita diz:
eu gostei
luanita diz:
hehehe
luanita diz:
dos dois
o meu primeiro amor é o invisível diz:
nao sabia que tdas as coisas do mundo giram em sentido as vezes quase sempre em tom maior de replica
Cami diz:
Bora fazer uma pergunta poética pra Luana.
o meu primeiro amor é o invisível diz:
vamos, , o mundo é um estranho que se enfia em mim. eu finko que me escondo em sua cavidade
o meu primeiro amor é o invisível diz:
onde fijes que se esconde?
o meu primeiro amor é o invisível diz:
finji se esconder no mundo?
o meu primeiro amor é o invisível diz:
fingi? n sei se é com g ou jota
o meu primeiro amor é o invisível diz:
mas é td fingimento
o meu primeiro amor é o invisível diz:

ou finjimento
o meu primeiro amor é o invisível diz:
depois mostra o blog pra camila, deixa ela ler o texto de seis meses
luanita diz:
eu tentei várias vezes me esconder atras de coisas que me pareciam sólidas, só que elas desmoronavam e jogavam toda sua grandeza sobre mim. então, tive que correr. correr para um lugar que me perdi. e agora não finjo que me escondo, não sei mas voltar. eu, alcancei entre as nuvens o unico lugar livre para o meu ser sonhar.
luanita diz:
http://bi-furcados.blogspot.com/
Cami diz:
Ó lua bonita, se escondes tão longe de meus olhos e tão perto de meu coração.
o meu primeiro amor é o invisível diz:
os lugares comprimidos, que achamos ser comprimidos podem ser os lugares onde devemos construir espaços verdes. jardin secretos. tudo até agora pra mim tem sido somente forte, nada nada nem nada que meu olhas tenham tocado e minhas mãos visto me parece fortemente solido que não seja capaz de ser derrubado por uma chuva de estrelas indesejaveis
o meu primeiro amor é o invisível diz:
a luz que ainda existe nos céus de meu sertão, são luaas
o meu primeiro amor é o invisível diz:
luas transparente. só vê quem tem o poder
o meu primeiro amor é o invisível diz:
poder de olhar e ver, ver ver ver ver viver
o meu primeiro amor é o invisível diz:
vcs são dois pouços d se retirar aguas cristalinas
o meu primeiro amor é o invisível diz:
algus com sininhos tocando
o meu primeiro amor é o invisível diz:
e isso émt bom
luanita diz:
vcs são lindos
o meu primeiro amor é o invisível diz:
gente
o meu primeiro amor é o invisível diz:
vento.
o meu primeiro amor é o invisível diz:
qria vento
luanita diz:
aqui venta bastante
Cami diz:
Faz anos-luz que a lua que ilumina minhas noites não eram belas. Resolvi, então, banhar-me nas lágrimas de uma lua, que fez o meu mar. Um mar imenso, rico nas profundezas e parado no seu superficie. Tomei este banho procurando toda sua riqueza... Resolvi que estava na hora de olhar pra a lua de forma diferente, sem exageros e sem tristeza. Minha lua foi mudando, minhas noites ficaram mais iluminadas. E de repente, surgi um sorriso. Sorriso que se reflete por todo mundo mar. Sorrisos de dois jovens; dois jovens apaixonados por tudo. Então, com um suspiro que deram em minha boca: vivo. Vivo agora apaixonada por estes sorrisos, por estas pessoas.
Cami diz:
Porque os ventos levaram um de meus sorrisos?
Cami diz:
Por que ele foi espalhar este sorriso pelo mares afora.
Cami diz:
Encantando mais e mais vidas.
o meu primeiro amor é o invisível diz:
a vilas sempre precisam andar
o meu primeiro amor é o invisível diz:
as vilas não são fincadas em chçãos
Cami diz:
Faz anos-luz que a lua que ilumina minhas noites não tão eram bela. * CONSERTANDO
o meu primeiro amor é o invisível diz:
elas voa
Cami diz:
Eu queria voar.
domingo, 23 de agosto de 2009
seis mêses aqui

como eu queria te encontrar hoje nessa praça
tua boina encobrindo toda tua singelidade e alma de balão voador
ia fazer eu saber que tudo era verdade e hoje.
eu concerteza ia te ver encostada no vázio de uma pedra gigante,
com a mão ocupada segurando um flor invisível
com o ouvido ocupado pela musica do vento
e pronta pra abraçar-me com um sorriso sem graça
sem graça por causa do vento que passara e arrepiara seu coração.
ah, eu iria visitar o plano do passado, do que aconteceu.
como eu queria te encontrar hoje na republica
a grama verde ate se pintou de azul da noite,
o vento abraçou-me de saudade quando meus pés la pisaram
lá, ia ser representada uma peça sobre o amor.na verdade foi
a peça falava sobre o amor, mas ela estava sendo encenada em cima do amor.
[é, o sentimento]
seis mêses aqui.
tá me vendo?
não, eu não tô te vendo.
tá me vendo? eu tô te veeendo.
tou, tô, eu tô te vendo.
tá me vendo?
olha, é teu, deixaste cair seis mêses atrás.
o meu primeiro amor é hades
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Peso
tenho sentido que peso.
tenho sentido o peso
ah, queria lembrar e viver o dia que vem do futuro que eu me esvaziei, esvaziarei.
é sufocante entrar num saco plástico, mesmo ele sendo colorido. as balas perdidas estão sempre me afetando, mas confesso que gosto, me sinto vivo, mas depois, sufocado, sufocado com o nada que algumas delas não destroem.Povoam. As balanças já desreguladas pela atmosfera quente e seca do mundo e claro, pelas pesadas conciências desregulada e conturbadas não me fazem refletir e pensar que o outro, um outro que eu quero possa pensar em mim. estou cheio. peso
alo?
alo?
alo?
respiração
silêncio
peso,
tenho sentido o peso
ah, queria lembrar e viver o dia que vem do futuro que eu me esvaziei, esvaziarei.
é sufocante entrar num saco plástico, mesmo ele sendo colorido. as balas perdidas estão sempre me afetando, mas confesso que gosto, me sinto vivo, mas depois, sufocado, sufocado com o nada que algumas delas não destroem.Povoam. As balanças já desreguladas pela atmosfera quente e seca do mundo e claro, pelas pesadas conciências desregulada e conturbadas não me fazem refletir e pensar que o outro, um outro que eu quero possa pensar em mim. estou cheio. peso
alo?
alo?
alo?
respiração
silêncio
peso,
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Quase todos os dias tento escrever textos para me contar.
Hoje, uma sensação que por horas me faz acreditar que só ela é a verdadeira, ela não vem com a incerteza dos dias felizes, apesar de mesmo nesses dias ser possível ela me tomar.
Não sei se por falta de amor, ou excesso, ou os dois, ou a sua completa inexistência, ou até mesmo a liberdade, que em sua impossibilidade se recria. E torno-me tão livre a ponto de não querer nada, de não ver nada, de não sentir nada, ao meu redor, o que existe não me remete, não lembra um sorriso que seja.
Naquela cama, na mesma posição permanecerei o tempo que for preciso. Eu sei. Não existe algo em mim.
Inexplicável, ela se vai. E por um momento imagino-a em mim de manhã e não me abandonando nunca.
Peso.
Não sei se por falta de amor, ou excesso, ou os dois, ou a sua completa inexistência, ou até mesmo a liberdade, que em sua impossibilidade se recria. E torno-me tão livre a ponto de não querer nada, de não ver nada, de não sentir nada, ao meu redor, o que existe não me remete, não lembra um sorriso que seja.
Naquela cama, na mesma posição permanecerei o tempo que for preciso. Eu sei. Não existe algo em mim.
Inexplicável, ela se vai. E por um momento imagino-a em mim de manhã e não me abandonando nunca.
Peso.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Tempo

ontem quando cheguei em minha casa
tirei os sapatos,
peguei o céu.
os sapatos guardei na mente
o céu no bolso
hoje, quando saí de minha casa
andei descalço
levei o céu no bolso
subi até as nuvens e o postei no seu lugar
considerações sobre o tempo: o que me faz roubar o céu, descalçar os sapatos não é a simples poesia para assim construir uma vida mais bela, e sim necessidade de sentir as coisas, sentir sua matéria, sentir mais que a matéria para continuar a sentir a vida mais bela. Por isso escrevo errado, para sentir a correção, caio para sentir o toque, e amo para sentir a dor, ou a lua vermelha.
ontem roubei o céu e hoje entrego a ti
[sem pontos finais]
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
não ligamos
bifurcado, entre portas e janelas, entre flores e petalas entre voos e pousos entre! ah, quão bom é mergulhar no mar de teus olhos(passarinho) eu não tive a corgem de te engaiolar mas tenho coragem de te encontrar num vooeu na minha asadelta e você com suas penas invisiveis quero enganar o curso do relógio quero enganar os dias e enganar meus olhose te encontrar num voo de cordeiro.entrarei nas portas nas janelas nas flores nas petalas nos
voos nos pousos e entrarei de novo em ti
R.
"Enfim louca, não mais solitária. Enfim louca, enfim liberta. Enfim louca, enfim em paz. Enfim uma tola, enfim uma luz interior."
Já imaginaste o dia em que a loucura não mais te deixasse? Hoje percebi que não haverá quase ninguém por perto, não os culpo. Quando a vi em próximos sempre hesitei.
L.
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